A plantation escravista

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Published on March 10, 2014

Author: Edenilson73

Source: authorstream.com

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A plantation escravista: A plantation escravista POST, Frans. Engenho. c. 1668 História A plantation escravista: A plantation escravista Produto tropical com grande mercado consumidor na Europa; Grande lucratividade; Financiamento holandês; Condições geográficas favoráveis na América Portuguesa (solo e clima); Experiência portuguesa no cultivo da cana de açúcar; 1. Produção de açúcar História A plantation escravista: A plantation escravista História A plantation escravista: A plantation escravista Grande propriedade de produção açucareira. Setor agrícola: latifúndio monocultor e escravista (plantações). Setor fabril: beneficiamento da produção = engenho (caracterização ampla). Setor camponês: produção de alimentos (consumo interno), trabalho realizado por casais de escravos, excedentes eram comercializados e utilizados na compra de suas alforrias (“Brecha Camponesa”). 1.1. O engenho colonial História A plantation escravista: A plantation escravista Latifúndio monocultor escravista (plantações); Beneficiamento do produto (engenho); 1.2. Plantation História A plantation escravista: A plantation escravista Senhor e senhora cercados por escravos e animais domésticos supervisionam o trabalho num universo aparentemente mais reduzido.  História A plantation escravista: A plantation escravista Nesta gravura publicada na segunda metade do século XVII, observa-se  conjunto das atividades do mundo do açúcar - desde o plantio até a purga - bem como diferentes tipos de engenho - o movido a bois e a água História A plantation escravista: A plantation escravista Fabricação de açúcar; Utilizava majoritariamente o trabalho escravo (negros africanos); Presença de homens livres (em menor escala); Face fabril da economia açucareira; 1.3. Engenho História A plantation escravista: A plantation escravista História A plantation escravista: A plantation escravista Financiamento da produção; Transporte, refino e distribuição do produto na Europa; Participação dos comerciantes holandeses História A plantation escravista: A plantation escravista Atividade complementar e paralela à economia açucareira; Contribuiu para a ocupação do interior do território; Ocupou a região do vale do rio São Francisco; Utilizou majoritariamente a mão de obra livre, embora tenha se valido também de mão de obra escrava; Fornecimento de carne, leite e couro; O gado também era utilizado como meio de transporte e força motriz nos engenhos; 2. Pecuária História A plantation escravista: A plantation escravista História A plantation escravista: A plantation escravista A escravidão na África: sancionada pelas leis e pelos costumes das várias regiões desse continente; Escravidão indígena: mão de obra predominante nos primórdios da colonização; Escravidão negra:mão de obra por excelência da América Portuguesa; 3. O escravismo colonial História A plantation escravista: A plantation escravista Fatores da substituição da mão de obra indígenas pela africana: – importância do tráfico negreiro; – oposição da Igreja católica à escravização indígena; História A plantation escravista: A plantation escravista O tráfico de escravos para a América Portuguesa História A plantation escravista: A plantation escravista Historiografia da escravidão: Empregados em diversas atividades; Desconstrução do mito do escravo “coisa”; Desmistificação da ideia do escravo “vítima”; Africanos escravizados: agentes históricos; Os escravos negociavam com seus senhores; Existência da “brecha camponesa”; História A plantation escravista: A plantation escravista História A plantation escravista: A plantation escravista Intensa movimentação no mercado interno; Grande variedade no emprego dos africanos; Escravos de eito, escravos de ganho e escravos domésticos; 3.2. As múltiplas atividades dos escravos História A plantation escravista: A plantation escravista Escravos de eito História escravos de ganho escravos domésticos A plantation escravista: A plantation escravista Caráter internacionalizado. Proporcionou a acumulação primitiva de capitais. Marcou a relação comercial África-Brasil; Os escravizados eram trocados por mercadorias nos entrepostos localizados no litoral africano. Atuação de traficantes portugueses e brasileiros. 3.3. O tráfico negreiro História A plantation escravista: A plantation escravista História A plantation escravista: A plantation escravista RUGENDAS, Johannes Moritz, Negros no porão do navio . Viagem pitoresca através do Brasil. Paris/França: 1835 História RUGENDAS, Johannes Moritz, Mercado de negros . Viagem pitoresca através do Brasil. Paris/França: 1835 A plantation escravista: A plantation escravista Os holandeses ocuparam Pernambuco de 1630 a 1654; Período de grande desenvolvimento cultural e urbanístico em Pernambuco; O controle do comércio do açúcar motivou a ocupação de parte do Nordeste brasileiro (Nova Holanda); 4. A presença holandesa no Brasil açucareiro História A plantation escravista: A plantation escravista Período de domínio espanhol em Portugal. D. Sebastião (POR) morre em 1578, sem deixar herdeiros. D. Henrique, seu tio-avô, já idoso, assume o trono e falece em 1580, também sem sucessores. Felipe II, rei da ESP invade o país e impõe governo conjunto. Possessões portuguesas passam a ser da ESP. Acordo com a nobreza portuguesa garante relativa autonomia administrativa de POR (Juramento de Tomar – 1581). 4.1.A União Ibérica (1580-1640) História A plantation escravista: A plantation escravista Dom Sebastião e a batalha de Alcácer- Quibir História A plantation escravista: A plantation escravista Território sob o domínio de Felipe II, da Espanha História A plantation escravista: A plantation escravista Nova divisão administrativa da colônia: Estado do Maranhão e Estado do Brasil (1621-1774). História A plantation escravista: A plantation escravista Contribuiu para a interiorização do povoamento na América Portuguesa. HOL, que lutava pela sua independência em relação à ESP, é impedida de continuar a comercialização do açúcar produzido no BRA. Invasões holandesas no Nordeste (tentativas de romper o bloqueio do comércio açucareiro). História A plantation escravista: A plantation escravista O primeiro alvo dos ataques foi a capital da colônia: Salvador (1624); Ocupação de Pernambuco (1630-1654); Desenvolvimento urbanístico e cultural de Pernambuco; Atuação da Companhia das Índias Ocidentais (W.I.C.); Administração de Maurício de Nassau no Brasil holandês (1637-1644); 4.2. Invasões holandesas História A plantation escravista: A plantation escravista As invasões holandesas e Maurício de Nassau O Brasil holandês História A plantation escravista: A plantation escravista Criada em 1621 visando o estabelecimento de colônias agrícolas na América; Organizou os ataques ao Nordeste açucareiro; Bahia (1624) e Pernambuco (1630); Enfrentou intensa resistência local empreendida pelos senhores de engenho e a população da capitania de Pernambuco; A guerra de conquista se estendeu entre 1630 e 1637; 4.3. A Companhia da Índias Ocidentais História A plantation escravista: A plantation escravista A Companhia das Índias Ocidentais (WIC) História A plantation escravista: A plantation escravista Governou a Nova Holanda (1637-1644); Adoção de uma política conciliadora e tolerante; Concessão de empréstimos aos senhores de engenho; Instituição da tolerância religiosa; Investimentos urbanísticos e culturais; 4.4 A administração de Maurício de Nassau História A plantation escravista: A plantation escravista Movimento liderado pelos senhores de engenho apoiados pela população local; Motivação: cobrança dos empréstimos pela Companhia das Índias Ocidentais; Visava a expulsão dos holandeses; Contou com a participação das três etnias que formaram a população brasileira; Causou a decadência da produção de açúcar; 4.5. A Insurreição Pernambucana (1645-1654) História A plantation escravista: A plantation escravista Lutas contra os holandeses História A plantation escravista: A plantation escravista Principal consequência da expulsão dos holandeses: decadência da produção açucareira . História

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