Lusíadas_resumo dos cantos.

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Published on May 13, 2016

Author: imartins

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Slide1: Os Lusíadas Resumo dos cantos Slide2: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO I Assunto Estâncias Proposição 1-3 Invocação 4-5 Dedicatória 6-18 Início da narração 19 Consílio dos Deuses 20-41 Armada na Ilha de Moçambique 42-72 Slide3: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO I Assunto Estâncias Traição de Baco 73-81 Ataque traiçoeiro do Régulo, instigado por Baco; triunfo dos Portugueses na praia; o Régulo simula arrependimento e oferece um falso piloto 82-99 Ajuda de Vénus 100-102 Chegada a Mombaça 103-104 Reflexões do Poeta sobre a fragilidade do Homem 105-106 Slide4: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos O Poeta indica o assunto global da obra na Proposição, pede inspiração às ninfas do Tejo na Invocação e dedica o poema ao Rei D. Sebastião, na Dedicatória. A Narração inicia-se in medias res , isto é, a meio da viagem entre Lisboa e a Índia, no momento em que os deuses do Olimpo se reúnem em consílio para decidirem se os Portugueses deverão chegar à Índia. Vénus e Marte defendem e apoiam os Portugueses; Baco é-lhes contrário. RESUMO DO CANTO I Slide5: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Apesar de a decisão final, tomada por Júpiter, ir ao encontro do interesse dos Lusitanos, Baco prepara-lhes várias ciladas que culminam com o fornecimento de um piloto por ele instruído para os conduzir à destruição no porto de Quíloa. Vénus intervém, afastando a armada do perigo com «ventos contrairos» e fazendo-a retomar o caminho em direção a Mombaça. No final do Canto, o Poeta reflete sobre a fragilidade do Homem, o «bicho da terra tão pequeno», mero joguete nas mãos dos deuses. RESUMO DO CANTO I (continuação) Slide6: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO II Assunto Estâncias O rei de Mombaça, influenciado por Baco, prepara uma cilada à armada; Vasco da Gama envia dois condenados a terra, a fim de se inteirarem da situação 1-9 Baco, disfarçado de sacerdote, engana os dois portugueses, dando-lhes informações falsas 10-15 Vénus intervém em auxílio dos Portugueses 16-24 Fuga do piloto e companheiros 25-28 Súplica de Gama à «Divina Guarda», para que lhe mostre a terra desejada 29-32 Slide7: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO II Assunto Estâncias Vénus intervém junto de Júpiter, pedind o proteção para os Portugueses 33-41 Júpiter acede aos rogos da filha e profetiza feitos grandiosos para os Lusitanos 42-55 Mercúrio é enviado a terra, para preparar boa receção dos Portugueses em Melinde 56-63 Partida da armada 64-71 Slide8: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO II Assunto Estâncias Chegada a Melinde 72-77 Excelente receção e diligências várias 78-91 Visita do rei de Melinde a bordo 92-108 Pedido do rei de Melinde a Vasco da Gama, para que lhe conte não só a História de Portugal, como também factos da viagem 109-113 Vasco da Gama Slide9: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos O rei de Mombaça, influenciado por Baco, convida os Portugueses a entrarem no porto da sua cidade para os destruir. Vasco da Gama, ignorando estas intenções, aceita o convite, pois os dois condenados que mandara a terra colher informações tinham regressado com a boa notícia de que aquela era uma terra de cristãos. Na realidade, tinham sido enganados por Baco, disfarçado de sacerdote. Mas Vénus estava atenta e, ajudada pelas Nereidas, afasta a armada, da qual se põem em fuga os emissários do rei de Mombaça e o falso piloto. RESUMO DO CANTO II Slide10: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Vasco da Gama, apercebendo-se do perigo que corria, dirige uma prece à «Divina Guarda» para que lhe mostre como atingir a terra que procura, a Índia. Vénus comove-se e sobe ao Olimpo para pedir a Júpiter que proteja os Portugueses, ao que ele acede e, para a consolar, vaticina futuras glórias aos Lusitanos. Envia então Mercúrio a terra que, em sonhos, indica a Vasco da Gama o caminho até Melinde onde, entretanto, lhe prepara uma calorosa receção. Os Portugueses são efusivamente recebidos em Melinde e o rei visita a armada, pedindo a Vasco da Gama que lhe conte a história do seu país. RESUMO DO CANTO II (continuação) Slide11: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO III Assunto Estâncias Invocação a Calíope 1-2 Primeiras palavras de Vasco da Gama ao rei de Melinde 3-5 Descrição da Europa e localização de Portugal 6-21 História da fundação de Portugal (Luso a Viriato) 22 Referência ao Conde D. Henrique 23-28 Slide12: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO III Assunto Estâncias Reinado de D. Afonso Henriques 29-84 Reinado de D. Sancho I 85-89 Reinado de D. Afonso II 90 Reinado de D. sancho II 91-93 Reinado de D. Afonso III 94-95 Slide13: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO III Assunto Estâncias Reinado de D. Dinis. 96-98 Reinado de D. Afonso IV Episódio da Fermosíssima Maria (101-106) Batalha do Salado (107-117) Episódio de Inês de Castro (118-135) 99-135 Reinado de D. Pedro I 136-137 Reinado de D. Fernando 138-143 Slide14: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Após uma invocação do Poeta a Calíope, musa da História, Vasco da Gama inicia a narrativa da História de Portugal. Começa por situar Portugal na Europa e referir as histórias de Luso e Viriato. Segue-se a formação da nacionalidade e depois o tratamento dos feitos guerreiros dos reis da primeira dinastia, desde D. Afonso Henriques a D. Fernando. Nesta narrativa, Vasco da Gama procura sobretudo destacar a ação dos reis e heróis que forjaram o território nacional em lutas com castelhanos e mouros. Salientam-se os episódios da Batalha de Ourique no reinado de D. Afonso Henriques e os da Fermosíssima Maria, da Batalha do Salado e de Inês de Castro, no reinado de D. Afonso IV. RESUMO DO CANTO III Slide15: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO IV Assunto Estâncias Crise dinástica de 1383-1385 1-5 Invasão de Castela 6-11 Reinado de D. João I Discurso de Nuno Álvares (12-19) Batalha de Aljubarrota (28-44) Outras lutas com Castela (45-47) Conquista de Ceuta (48-50) 12-50 Reinado de D. Duarte 51-53 Slide16: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO IV Assunto Estâncias Reinado de D. Afonso V 54-59 Reinado de D. João II 60-65 Reinado de D. Manuel I Sonho profético do monarca (67-75) Preparativos da armada (76-83) Despedidas em Belém (84-93) Velho do Restelo (94-104) 66-104 Slide17: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Prosseguindo a narrativa da História de Portugal ao rei de Melinde, Vasco da Gama conta agora a história da segunda dinastia, desde os reinados de D. João I até D. Manuel. Destaca-se o episódio da Batalha de Aljubarrota. O canto termina com a partida das naus e as palavras profeticamente pessimistas proferidas pelo Velho do Restelo, que condena a «glória de mandar» e a «vã cobiça» que levam à partida dos Portugueses para o longínquo Oriente em busca da Fama, em vez de o fazerem junto do país combatendo os mouros no Norte de África. RESUMO DO CANTO IV Slide18: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO V Assunto Estâncias Partida de Lisboa 1-3 Viagem até ao Zaire 4-13 Fogo de Santelmo e Tromba marítima 18-23 Episódio de Fernão Veloso 30-36 Episódio do Adamastor 37-60 Slide19: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO V Assunto Estâncias Viagem até ao Rio dos Bons Sinais 61-80 O escorbuto 81-83 Viagem até Melinde 84-85 Palavras finais de Vasco da Gama 86-91 Considerações do Poeta sobre o desprezo dos seus contemporâneos face às letras e às artes 92-100 Slide20: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Terminada a narrativa do reinado de D. Manuel, Vasco da Gama vai contar as diversas peripécias da viagem entre Lisboa e Melinde, onde se encontra, dando especial relevo às «perigosas/ Cousas do mar». Chama a atenção do rei para fenómenos naturais extraordinários como o Fogo de Santelmo ou a Tromba Marítima, bem como para os inúmeros perigos e obstáculos que os Portugueses tiveram que enfrentar, desde a hostilidade dos nativos na costa ocidental africana (episódio de Fernão Veloso), à passagem do Cabo das Tormentas (episódio do Adamastor), sem esquecer a terrível doença do escorbuto. O canto termina com a censura do Poeta aos seus contemporâneos que desprezam a arte e a poesia – necessárias para o conhecimento e louvor dos feitos dos heróis. RESUMO DO CANTO V Slide21: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VI Assunto Estâncias Festas de despedida em Melinde e continuação da viagem rumo à Índia 1-6 2.º Consílio dos Deuses, no palácio de Neptuno 7-37 A armada prossegue a sua rota e, para lutar contra o sono, contam-se histórias, entre as quais os «Doze de Inglaterra», narrada por Fernão Veloso 38-69 Slide22: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VI Assunto Estâncias A tempestade Vasco da Gama invoca Deus (80-83) Vénus intervém junto dos ventos (85-91) 70-91 Chegada a Calecut (Índia) 92-94 Considerações do Poeta sobre o verdadeiro valor da Glória 95-99 Slide23: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Terminada a narrativa de Vasco da Gama, a Armada sai de Melinde conduzida por um piloto que orientará os navegadores até Calecut. Temendo que com a chegada à Índia os Portugueses façam esquecer os seus feitos, Baco decide incitar os deuses contra eles, pedindo a Neptuno que convoque o consílio dos «deuses do mar» aos quais apresenta os seus argumentos. Apesar da oposição de Vénus, os deuses, indignados, apoiam as pretensões de Baco e mandam «soltar os ventos» para fazer naufragar a Armada. RESUMO DO CANTO VI Slide24: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Surge, então, uma violenta tempestade (episódio da tempestade) que apanha os marinheiros desprevenidos. Perante a violência dos elementos e vendo a armada em perigo, Vasco da Gama dirige uma prece à «Divina guarda» ouvida por Vénus que, desta maneira, contraria a «danada tenção» de Baco, mandando as Ninfas seduzir os ventos para os acalmar. Passada a tempestade, a armada avista Calecut e Vasco da Gama agradece a Deus. O canto termina com considerações do Poeta sobre o valor da Fama e da Glória. RESUMO DO CANTO VI (continuação) Slide25: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VII Assunto Estâncias Chegada a Calecut 1 Considerações do Poeta: elogio do espírito de cruzada e dura crítica contra as outras nações que não seguem o exemplo dos Portugueses 2-15 Descrição da Índia 16-22 Vasco da Gama envia um mensageiro, para anunciar a sua chegada 23-27 Slide26: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VII Assunto Estâncias Monçaide visita a frota e descreve o Malabar 28-41 Vasco da Gama desembarca 42-43 Vasco da Gama é recebido pelo catual, governador da cidade; dirigem-se, depois, para o palácio do Samorim 44-56 Visita do Samorim 57-59 Samorim de Calecut Slide27: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VII Assunto Estâncias Discursos do Gama e do Samorim que «agasalha» os Portugueses 60-66 O Catual recolhe informações junto de Monçaide sobre os Portugueses 67-72 Paulo da Gama recebe o Catual que o questiona sobre os motivos desenhados nas bandeiras 73-77 Invocação do Poeta às Ninfas do Tejo e do Mondego 78-87 Slide28: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos A armada chega finalmente a Calecut. O Poeta elogia a expansão portuguesa como cruzada, criticando as nações europeias que não seguem o exemplo português. Após a descrição da Índia, conta os primeiros contactos entre os Portugueses e os naturais, através de um mensageiro enviado por Vasco da Gama a anunciar a sua chegada. Por seu lado, um mouro indiano, Monçaide, visita a nau de Vasco da Gama e descreve-lhe a província do Malabar, onde se encontram, após o que o Capitão e outros nobres portugueses desembarcam e são recebidos pelo governador da cidade (o Catual) e depois pelo rei de Calecute(o Samorim). RESUMO DO CANTO VII Slide29: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos O Catual visita a armada e pede a Paulo da Gama, irmão de Vasco da Gama, que lhe explique o significado das figuras das bandeiras portuguesas. A terminar, o poeta invoca as Ninfas do Tejo e do Mondego, ao mesmo tempo que se lamenta da incompreensão e perseguição de que é alvo, e promete apenas cantar quem o merecer . RESUMO DO CANTO VII (continuação) Slide30: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VIII Assunto Estâncias O Catual vista a armada; Paulo da Gama explica a simbologia das figuras nas bandeiras 1-42 Regresso do Catual a terra 43-46 Intervenção de Baco junto de sacerdote muçulmano contra os Portugueses 47-50 Revolta contra a armada portuguesa, devido à influência de Baco 51-59 Slide31: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO VIII Assunto Estâncias Desentendimento com o Samorim e regresso à frota 60-78 Traição do Catual com o intuito de destruir as naus 79-90 Libertado a troco de mercadorias, Vasco da Gama regressa a bordo 91-95 Reflexões do poeta sobre o poder do ouro 96-99 Slide32: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Paulo da Gama explica ao Catual o significado dos símbolos das bandeiras portuguesas, contando-lhe episódios da História de Portugal nelas representados. Baco intervém de novo contra os Portugueses, aparecendo em sonhos a um sacerdote brâmane, indispondo-o contra os Portugueses através da informação de que vêm com o intuito da pilhagem. RESUMO DO CANTO VIII Slide33: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Após violenta discussão, o Samorim ordena a Vasco da Gama que regresse às naus pretendendo a troca de fazendas portuguesas por especiarias. No entanto, o Catual, subornado pelos muçulmanos, retém Vasco da Gama no caminho pedindo-lhe que aproxime as naus de terra com o intuito de as destruir. Perante a recusa de Vasco da Gama, o Catual propõe a partida dos portugueses mediante a entrega das fazendas que traziam. O canto termina com considerações do Poeta sobre o poder do ouro. RESUMO DO CANTO VIII (continuação) Slide34: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO IX Assunto Estâncias Os dois feitores portugueses que tinham vindo a terra são retidos, com o intuito de retardar a partida da armada, possibilitando a sua destruição por uma frota proveniente de Meca. 1-4 Monçaide informa Vasco da Gama do plano traiçoeiro 5-7 Não conseguindo reaver os feitores portugueses, o Gama retém nas naus alguns mercadores locais como garantia, e ordena a partida 8-11 Slide35: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO IX Assunto Estâncias O Samorim ordena a libertação dos feitores e dá-se a troca dos reféns 12 Regresso a Portugal 13-17 Vénus prepara um prémio para os navegadores 18-29 Vénus forma juntamente com Cupido a Insula Divina 30-50 A armada avista a ilha 51 Descrição da ilha 52-65 Slide36: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO IX Assunto Estâncias Desembarque dos Portugueses 66-67 Os nautas perseguem e casam com as Ninfas 68-84 Tétis explica a Vasco da Gama a razão de tal recompensa e leva-o ao seu palácio 85-87 Explicação do significado da Ilha 88-92 Exortação aos que pretendem tornar-se famosos 92-95 John William Waterhouse, Hylas e as ninfas , 1896 (detalhe) Slide37: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Vencidas as dificuldades encontradas na Índia, a armada enceta o regresso à pátria. Vénus prepara uma recompensa para os Portugueses. Com esse intuito, dirige-se a Cupido, seu filho, e com ele forma a «ínsula divina» habitada por ninfas, às quais influirá «secretas afeições» para bem receberem os navegadores lusos. Os nautas avistam a ilha e, quando desembarcam, veem as ninfas, as quais se deixam perseguir e seduzir. RESUMO DO CANTO IX Slide38: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Conduzindo o Gama ao cume de um «monte alvo e divino», Tétis mostra-lhe a razão daquele encontro – o prémio merecido pelos «longos trabalhos». Após a explicação da simbologia da Ilha, o Poeta termina com uma exortação aos que pretendem alcançar a Fama, incitando-os a refrearem a cobiça, a ambição e a tirania, e a praticarem a justiça com leis equitativas para grandes e pequenos. RESUMO DO CANTO IX (continuação) Slide39: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO X Assunto Estâncias Tétis e as Ninfas oferecem um banquete aos marinheiros 1-4 Uma ninfa, cantando, enumera os feitos futuros dos Portugueses 5-7 Invocação de Camões a Calíope 8-9 A ninfa prossegue o seu discurso fazendo profecias 10-73 Tétis conduz Vasco da Gama a ver a Máquina do Mundo 74-90 Slide40: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos CANTO X Assunto Estâncias Novas profecias de Tétis, com referência ao naufrágio de Camões 91-141 Tétis despede-se dos Portugueses 142-143 Chegada a Lisboa 144 Considerações do Poeta: lamentações sobre a decadência da pátria 145-146 Considerações do Poeta: exortação e apelo a D. Sebastião 147-156 Slide41: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos Ainda na Ilha dos Amores, Tétis e as Ninfas oferecem um banquete aos marinheiros. Após nova invocação a Calíope e das profecias de uma Ninfa sobre as proezas futuras dos Portugueses no Oriente, Tétis conduz Vasco da Gama ao cume de um monte para lhe revelar a Máquina do Mundo, mostrando-lhe os lugares onde chegará o império português. Por fim, Tétis despede-se dos navegadores que embarcam para a Pátria. RESUMO DO CANTO X Slide42: Luís de Camões, Os Lusíadas Resumo dos cantos O Poeta termina o seu poema manifestando grande desencanto pela decadência da pátria, que vive numa «apagada e vil tristeza», e lamentando- se pelo esquecimento a que foi votado por aqueles a quem canta – uma «gente surda e endurecida». Conclui com uma exortação ao rei D. Sebastião, incitando-o a continuar a glória dos Portugueses. RESUMO DO CANTO X (continuação)

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